quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Sopa de Funcho e Gengibre

Quem é que já está sem imaginação para uma sopa diferente? E que tal uma sopa de funcho, gengibre, côco e coentros com um toque de flocos de malagueta?!
Esta sopa é sem dúvida diferente. O seu toque floral é qualquer coisa maravilhoso, e o melhor é que dá uma entrada super requintada. Quem se atreve?

















Para 6 pessoas usei:
6 bolbos de Funcho sem rama
1 lata de Leite de Côco
250ml Caldo de Legumes
1/2 polegar Gengibre fresco
flocos de Malagueta
Coentros qb
1 fio Azeite
Sal e Pimenta qb

Cortar o funcho em lâminas.
Num tacho deitar o azeite e o funcho para caramelizar.
Quando o funcho estiver loiro, deitar o caldo previamente aquecido e deixar cozinhar.
Quando o funcho estiver tenro, acrescentar o leite de côco, o gengibre ralado, sal e pimenta.
Tapar o tacho e deixar cozinhar mais um pouco para os sabores abrirem.
Rectificar temperos e bater tudo no liquidificador.
Quando servir, salpicar a sopa com coentros picados e os flocos de malagueta.

Nota: Se não tiver um caldo de legumes, pode-se pôr água.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sliders de Chévre e Cebola

Há quanto tempo não aparecia por aqui. Não foi por falta de vontade, foi por falta de tempo, de atenção, de disponibilidade mental. A verdade é que Dezembro passou a voar e eu voei com ele!
Depois das festividades todas, da azáfama desta época que parece não acabar dos muitos kilómetros feitos de Norte a Sul do nosso país, parece que vou assentar e dedicar-me um pouco mais a este canto.
Decidi fazer de entrada uns mini folhados de Chévre e Cebola caramelizada com mel. Esta combinação é clássica e não é novidade para ninguém, mas a forma como se apresenta é irresistível não comer uns quantos!

Para 8 pessoas usei:
3 Cebolas Roxa
2 c sobremesa Manteiga
2 c sopa Mel
1 rolo de Massa Folhada
1 queijo Cabra Palhais (Só porque vem num rôlo fino, mas pode ser qualquer outro)
Sal qb

Cortar as cebolas em rodelas finas. Num tacho, derreter a manteiga e colocar as cebolas em lume baixo para estufarem com a tampa posta. Quando as cebolas estiverem bem macias, temperar com um pouco de sal e colocar o mel. Aumentar um o lume para caramelizar um pouco. Provar e rectificar os sabores.
Depois de pronto, escorrer um pouco o excesso de manteiga se for necessário e reservar.
Aquecer o forno a 200º.
Estender a massa folhada e com um copo pequeno ou uma forma redonda pequena (+- 3cm de diâmetro), recortar círculos na massa e vai ao forno para crescer e cozinhar.
Quando os círculos estiverem dourados, retirar do lume e abrir como se fosse um pão.
A massa terá uma ranhura natural que facilitará essa separação.
Nas metades da base, colocar a cebola e por cima um pouco de queijo.
Vai novamente no forno por 1 minuto para derreter o queijo.
Colocar numa travessa e pôr por cima os topos da massa e servir.
É impossível comer só um!

domingo, 3 de novembro de 2013

Tarte Tatin de Tomate

Há uns tempos vi esta receita num site e fiquei sempre a pensar nela. Para mim, uma tarte tatin é uma daquelas sobremesas que me enche as medidas; a maçã caramelizada, a massa folhada estaladiça e o factor supresa antes de a virar tem tudo para ser uma sobremesa emocionante.
Esta receita é uma entrada e embora a época do tomate já tenha acabado, soube mesmo bem porque foi servida ainda morna e acabou por ser aconchegante.




























Para 8 pessoas usei:
11 Tomates Chucha grandes cortados longitudinalmente
1 Massa Folhada fresca (embalagem de massa enrolada)
2 c sopa Manteiga
1 c sopa cheia Açúcar amarelo
Manjericão fresco
Azeite
Vinagre Balsâmico
Sal

Numa frigideira grande, derreter 1c.sopa de manteiga e colocar o tomate com o lado cortado para baixo.
Temperar com um pouco de sal.
Deixar amolecer em lume médio durante 10 minutos ou até estarem moles.
Numa frigideira de 25cm que vá ao forno, derreter o resto da manteiga, colocar açúcar e por fim, colocar o tomate sem a calda que criou, com a parte cortada para baixo. Colocar folhas de manjericão e tapar com a massa folhada.
Vai ao forno a 220º durante 15 min ou até a massa estar dourada e totalmente cozida.
No fim, deixar repousar 5 min e virar para cima de um prato de servir.
Antes de ir para a mesa, salpicar com mais umas folhas de manjericão, azeite e vinagre balsâmico.

Nota: A receita original está aqui

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Sopa Mini Abóbora

Elegi o mês de Outubro como o mês da Abóbora. E quando a minha Mãe me bateu à porta com umas mini abóboras não resisti em fazer uma sopa de abóbora e coentros.
Estas mini abóboras são um pouco maiores que laranjas, repletas de sabores doces e terrestres, quase como uma batata-doce.

























Para 4 pessoas usei:
4 Mini Abóboras
1Kg Abóbora cortada aos bocados
1L Caldo Galinha
1/2 molho Coentros
Azeite
Sal e Pimenta qb

Ligar o forno a 200º.
Cortar os topos das mini abóboras e com uma colher tirar as pevides. Colocar as mini abóboras viradas para baixo numa travessa e vão ao forno durante 30min. Passado esse tempo, retirar e reservar.
Numa panela, colocar azeite, a abóbora aos cubos e aloirar um pouco. Juntar o caldo de galinha e deixar ferver. Baixar o lume, tapar e deixar cozinhar até a abóbora se desfazer. Temperar com sal e pimenta. No fim, juntar os coentros e bater a sopa no liquidificador para ficar cremosa.
Encher as mini abóboras com a sopa e servir de imediato.

Nota: Esta receita pode ser feita com uma abóbora grande, nesse caso, depois de ter ido ao forno, raspar  parte da "carne" da abóbora para fazer a sopa.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Occidens Warm Salad

No outro dia, uns amigos ofereceram-me uma garrafa de puro ouro. Um azeite biológico, 100% português, super suave (0.3º) e simplesmente maravilhoso. O Azeite Occidens.
Adoro estas iniciativas; quando aproveitam o melhor que a nossa terra nos oferece e transformam com amor e carinho de forma a mostrar produtos premium de uma qualidade extrema.

Hoje o Sol decidiu espreitar e num calor morno, decidi fazer uma salada morna de abóbora e feta regada com azeite Occidens.
As abóboras já estão doces e maduras e contrastam bem com o salgado do queijo feta, tiras de presunto e amêndoas torradas.

























Para 2 pessoas usei:
Alface Lisa
Rúcula
2 gomos de Abóbora-Moranga
Queijo Feta
1 fatia de Pão Alentejano (ou outro)
1 fatia Presunto Parma
Amêndoas laminadas torradas
Azeite occidens
Vinagre
1 c. sobremesa Mel
Sal e Pimenta qb

Ligar o forno no máximo na função grill.
Colocar numa travessa a abóbora cortada em fatias com um fio de azeite. Vai ao forno durante 20min. A meio, virar a abóbora e colocar o pão cortado em cubos e o presunto cortado em tiras. Retirar do forno quando a abóbora estiver tenra nas bordas.
Numa travessa, colocar a alface, a rúcula, a abóbora ainda morna, o pão, o presunto, o queijo esfarelado e as amêndoas.
Fazer o tempero com o azeite Occidens, o vinagre, o mel, sal e pimenta e deitar por cima da salada.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ceviche Salmão

Se há um casamento que não defrauda é o salmão e limão. Um salmão fresco e intenso envolvido num sumo de limão vibrante não há como falhar. Uma combinação perfeita!





































Para 6 pessoas usei:
4 lombos Salmão descongelados (costumo comprar Lombos Salmão congelados Norge)
1 Pera Abacate
3 Limões
2 limas
Ovas de Salmão
Coentros picados
Azeite
Sal e Pimenta qb

Numa tigela colocar o salmão e o abacate cortado aos cubos pequenos, as ovas e os coentros.
Meia hora antes de servir, colocar o sumo dos limões e lima, sal e pimenta.
Deixar que os sumos ácidos comecem a "cozinhar" o salmão, regar com um fio de azeite, rectificar os temperos e servir fresco.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Leite creme de Maracujá

Esta sobremesa é uma aposta vencedora em qualquer jantar. Não há como sair mal e mais uma vez, não sobrou nada!































Para 6 pessoas usei:
5 Gemas desfeitas
150gr Açúcar
20gr Maisena
500ml Leite
2 pacotes de polpa Maracujá Brasfrut descongelada
3 Maracujás
Açúcar qb para queimar

Numa panela colocar o leite, maisena e açúcar. Mexer bem para dissolver todos os ingredientes. Ligar o lume e deixar ferver durante 3 minutos.
Baixar o lume e juntar as gemas desfeitas pouco a pouco e mexer bem com umas varas.
Não parar de mexer até ter uma consistência de creme espesso. Nesta fase juntar as polpas de maracujá e mexer bem.
Tirar do lume e colocar em taças individuais ou numa grande. Deixar arrefecer e vai ao frio até ser servido.
Antes de ir para a mesa, polvilhar com açúcar e queimar com o maçarico.

Nota: Esta receita foi inspirada no blog Flagrante Delícia.

Salmão Marinado com Risotto de Lima

Esta semana a nossa mesa redonda esteve novamente completa com amigos. E cada vez que isso acontece, tento pensar em todos os pratos que já fiz e em que é que posso inovar.

Tenho sempre no congelador lombos de salmão, dá para qualquer ocasião, ao vapor para os miúdos, grelhado para nós ou marinado com açúcar e molho de soja para um jantar mais requintado.
E assim foi, acompanhado com um risotto de lima.


























Para 6 pessoas usei:
9 lombos de Salmão da Noruega descongelados
4 c. sopa de Açúcar amarelo
1 c. sopa de molho de soja
Pimenta preta moída
Flor de Sal em escamas
1 fio Azeite

500gr Arroz arbóreo
1,5L Caldo de Legumes
2 Alho-Francês (parte branca) cortado em rodelas finas
1 copo Vinho branco cheio
3 Limas, sumo e raspas
Azeite
Sal e pimenta qb

Risotto:
Numa panela larga, refogar o alho-francês com azeite em lume médio de forma a ficar translúcido e não queimado.
Quando o alho-francês estiver dourado, colocar o arroz em lume alto e fritar.
Quando estiver a colar no fundo da panela, deitar o vinho branco e mexer bem até que comece a colar no fundo novamente e aí colocar 1 concha de sopa do caldo.
Nesta altura ajustar o lume para que o caldo não seque rapidamente e o arroz não esteja sempre a colar.
Continuar a mexer até que cole novamente e repetir o processo sempre sem parar de mexer.
Quando o arroz estiver quase cozido, ajustar os temperos com sal, pimenta e por fim o sumo de lima.
Mesmo antes de servir, juntar uma boa concha do caldo e polvilhar com as raspas de lima.

Salmão:
Num saco de conservação de legumes grande, colocar os lombos de salmão, o açúcar, o molho de soja e pimenta. Fechar e deixar marinar durante 1 hora.
Retirar o salmão do saco e deitar fora a marinada.
Numa frigideira larga bem quente, colocar um fio de azeite e deitar o salmão. Fritar 30 segundos de cada lado em lume alto.
Retirar e salpicar com flor de sal por cima e servir.

Nota: A quantidade do sumo de lima no risotto deverá ser a gosto, aconselho a que se vá provando antes de deitar todo.
Pessoalmente acho que a flor de sal em escamas faz a diferença neste prato, a textura em escamas do sal derrete-se pouco, nota-se a textura, mas não é grosso como o sal grosso corrente, nem demasiado húmido como a flor de sal normal.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Ceviche de Dourada

O calor já está a ameaçar ir-se embora e de repente fiquei logo com saudades daqueles fins de tarde quentes, que rematam um dia bem passado. E foi exactamente assim que me senti neste fim-de-semana....
Decidi fazer um ceviche que me lembra os dias que passei no Panamá no fim de uma viagem de sonho.


























Para 8 pessoas usei:
400gr de filetes Dourada sem pele e sem espinhas
10 Limas (sumo)
1/4 Pimento Vermelho cortado em fatias finas
1/2 Cebola Roxa cortada em fatias finas
Coentros picados qb
Azeite
Sal e Pimenta qb

Numa taça colocar o peixe cortado aos cubos, o sumo de lima, a cebola e o pimento. Tapar com plástico e levar ao frio durante 2 horas.
Meia hora antes de servir, retirar do frio, temperar com azeite, coentros, sal e pimenta.
Servir com uma salada de tomate maduro.

Nota: O ceviche pode ser feito com vários tipos de peixe. O mais comum é a pescada e o linguado.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Salmonetes com Açorda

Estes nossos amigos que se sentaram na nossa mesa redonda no último jantar, são fáceis de agradar. Eu sei que qualquer coisa seria bom, mas dá um enorme prazer oferecer-lhes um prato simples mas sofisticado. Adoraram!
Fui à peixaria e vi uns salmonetes frescos, com o olho transparente e super rosados que não resisti em comprar. E nada melhor para acompanhar que uma açorda de berbigão!


























Para 4 pessoas usei:
6 Salmonetes tamanho médio/pequeno cortado em filetes (Pedi para cortar em filetes e reservar as cabeças e as espinhas)
6 Pães de mistura seco (o ideal é o pão mais denso possível, alentejano por exemplo)
2 latas de Berbigão ao natural (nesta altura do ano não se pode comer bivalves)
1 Cebola grande
4 dentes de Alho
3 Gemas
Coentros
Azeite
1 c. sopa Manteiga
Limão
Sal e Pimenta qb
Ovas de Lumpo pretas (opcional)

Partir o pão em pedaços e colocar numa tigela com água para hidratar.
Picar a cebola e deixar refogar com azeite numa panela grande em lume brando.
Numa panela, ferver um fundo de água com sal e deitar as cabeças e as espinhas dos salmonetes de forma a ter um caldo simples. Cozer durante 10 minutos, coar e reservar.
Com uma pinça, retirar as espinhas dos filetes, temperar com sal, pimenta e reservar.
Quando a cebola estiver aloirada, juntar o alho picado e aloirar mais um pouco.
Quando o refogado estiver feito, juntar o pão que foi escorrido entretanto, e fritar um pouco sem parar de mexer.
Sempre que secar, juntar um pouco o caldo do peixe. Não será necessário muito.
No fim, juntar os berbigões com o caldo natural, temperar com sal, pimenta e juntar os coentros.
Quando desligar o lume, e mesmo antes de servir, juntar as gemas desfeitas.
Numa frigideira bem quente, derreter a manteiga com um pouco de azeite e fritar os filetes com a pele para baixo durante 2 minutos, virar e fritar mais 1 minuto. Retirar do lume e juntar um pouco de sumo de limão ao molho.
Servir a açorda, os filetes e colocar por cima um pouco de ovas de lumpo que conferem um toque a mar.

domingo, 25 de agosto de 2013

Terrina Caprese

Há um site brasileiro de uma amiga que me ajuda nos dias de pouca inspiração. Esta fantástica receita foi "tirada" de lá e não podia ter sido melhor para entrar no jantar de ontem.
Encontrei aquele tomate doce, carnudo e super maravilhoso desta época e claro, não pude deixar de fazer esta terrina caprese.


























Para 6 pessoas usei:
4 Tomates grandes coração de boi
2 Mozzarella de Búfala
Manjericão
36gr de Gelatina em folha (4 embalagens)
Azeite
Aceto Balsâmico
Sal qb

Num copo liquidificador colocar o tomate cortado e bater tudo muito bem. Coar para dentro de uma panela para ficar com um sumo limpo sem cascas e sem sementes.
Numa taça com água fria, colocar as folhas de gelatina durante 10 minutos ou até estarem moles e hidratadas.
Aquecer o sumo de tomate e antes de começar a ferver, desligar o lume e juntar a gelatina escorrida para derreter. Mexer bem para não criar grumos. Temperar com sal e deixar arrefecer.
Numa forma rectangular, untar com azeite e forrar muito bem com película transparente de forma a deixar bastante película para os lados.
Deitar a gelatina de tomate na forma, depois colocar a mozzarella em fatias, o majericão cortado e assim sucessivamente até ao topo da forma.
Tapar com as abas da película e vai ao frigorífico de uma dia para o outro.
Ao servir, temperar com azeite e aceto balsâmico.

Nota: Deixo aqui o site da minha amiga que vale muito a pena ser visitado.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Salmão ao vapor

Estive de férias. Significa que estive num estágio intensivo de churrascos, sandwiches, petiscos e etc... Foi óptimo, mas também foi bom chegar a casa, retomar a monotonía que tanto queremos largar.
Enfim, só me tem apetecido coisas leves e saudáveis e nada melhor que um peixe e legumes ao vapor.
Este prato é leve, simples, saudável, é tudo o que se pode pedir num regresso a casa. Não tem grande glamour, eu sei, mas foi mesmo o que me apeteceu!
Numa versão mais reconfortante para o meu marido, acrescentei molho holandês.


























Para 2 pessoas usei:
2 filetes de Salmão fresco
1 Limão
4 Batatas vermelhas
150gr Ervilhas
Salsa picada
Sal e Pimenta qb

Numa panela, colocar água a ferver para criar o vapor.
Colocar numa rede própria para cozer a vapor, as batatas com um pouco de sal. Deixar cozinhar mais ou menos 1h ou até estarem cozidas. Retirar da rede.
Depois, colocar as ervilhas. Deixar cozinhar 15 min ou até ficarem tenras.
Nos últimos 3 minutos, acrescentar uma rede com o fundo forrados de limão às rodelas e o salmão previamente temperado por cima.
No fim basta empratar e salpicar com a salsa picada.

Nota: Não deixar o salmão cozinhar demasiado tempo pois pode ficar rijo e com menos sabor.

Para o Molho Holandês:
2 Gemas desfeitas
1 c. sobremesa de molho Inglês
1 c. sopa de água
1 c. sopa de sumo de limão
80 gr de manteiga derretida
Sal e Pimenta preta acabada de moer

Colocar numa tigela todos os ingredientes excepto a manteiga derretida.
Colocar a tigela numa panela com água quente para cozer em banho-maria e não parar de mexer com umas varas. A água não deve ferver para as gemas não talharem.
Aos poucos acrescentar a manteiga à medida que o molho vai engrossando. Se ficar demasiado grosso, pode-se acrescentar um pouco de água.
Quando estiver pronto, é necessário tapar até ser utilizado para não arrefecer.

sábado, 10 de agosto de 2013

Figos Alentejanos

Não vou publicar nenhuma receita, mas mais um estado de espírito.
Por aqui os dias estão quentes, o sol abrasador e os figos deliciosos. Há que aproveitar!
Boas férias!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sopa Exótica de Abóbora

Esta receita foi-me dada pela minha Mãe. Quando ouvi os ingredientes pensei logo na minha cabeça: Claro, mas isto é óbvio!
Uma sopa aveludada, doce no início, o travo a côco no meio e o floral do gengibre no final da boca.
3 ingredientes chave que casam lindamente e eu nunca tinha pensado...
E ainda uma característica fantástica é que fica maravilhosa quente ou mesmo fria nestes dias de calor!
Enfim, estou sempre a aprender e não quis deixar de partilhar esta receita simplesmente fenomenal!


























Para 8 pessoas usei:
1,5kg Abóbora
400 ml Leite Côco
1 c. sopa Gengibre fresco ralado
Azeite
Sal e Pimenta qb

Numa panela colocar a abóbora a estufar com um pouco de azeite. Se começar a colar ao fundo, colocar um pouco de água quente.
Quando estiver cozinhada, juntar o leite de côco e o gengibre. Temperar com sal e pimenta.
Deixar apurar um pouco e bater tudo no liquidificador.
Rectificar os temperos e deixar arrefecer caso seja servida fria.

Simples, não é?!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Caril de Vieiras

Nunca fui à Índia, talvez um dia me aventure nessa viagem, mas adoro a ideia de uma Índia perfumada, cheia de especiarias, gengibre, cominhos, coentros... todos esses sabores que adoro e me fazem água na boca.
E claro, adoro um bom caril!
Para mim, isso não significa só aquele caril carregados de especiarias super perfumado e autêntico, (tal como imagino que a India é), mas também aquele com sabores equilibrados, delicados e fáceis de provar para qualquer pessoa que se senta à minha mesa.
Também delicadas são as vieiras que têm que ser cozinhadas no ponto para não ficarem elásticas e as gambas para não perderem o sabor.
Sei que não é uma receita autêntica, mas é a minha versão de um bom caril.


























Para 8 Pessoas usei:
800gr de miolo Vieiras com coral (grandes) congeladas
1kg Gambas descascadas
2 Cebolas bem picadas
3 dentes de Alho picados
1 c. sopa Côco ralado (opcional)
Gengibre fresco ralado (equivalente a 1 dente de alho)
Caril em pó qb
Cominhos em pó qb
2 latas Leite de Côco
Azeite
Coentros picados
Sal e Pimenta qb
1/4 Malagueta opcional

Descongelar as Vieiras (e as gambas se forem congeladas), reservar a água e seca-las bem.
Numa panela refogar a cebola com azeite. Quando estiver bem aloirada, juntar o alho, o gengibre, o caril, os cominhos, a malagueta, sal e pimenta. Deixar "abrir" os sabores durante uns 30s em lume alto.
Juntar o leite de côco, o côco ralado e deixar cozinhar tudo em lume baixo com a tampa.
Numa frigideira anti-aderente bem quente, colocar um fio de azeite e saltear as vieiras, temperadas com sal, 20s de cada lado. Reservar.
Na panela do caril, juntar a água das vieiras até obter a consistência e o volume desejado.
Quando os sabores estiverem equilibrados e o molho borbulhar, juntar as gambas e deixar cozer uns minutos.
Retirar do lume e acrescentar as vieiras salteadas, envolver tudo.
Antes de ir à mesas, salpicar com os coentros frescos.

Nota: Eu sou alérgica a camarões, por isso nesta receita foram incluídos apenas no fim, onde não largaram muito "sumo" e permitiram-me comer.
Se não fosse, aproveitaria as cascas e cabeças, faria um caldo com um pouco de água para aproveitar os sabores das gambas e misturaria no caril.

Não costumo colocar côco ralado no caril, mas senti que este necessitava de mais uma textura.